Peptídeo de Colágeno: Fonte da Juventude

Arrasou no sol do verão? Uma saída é ingerir peptídeo de colágeno para estimular a produção dessa proteína fundamental para pele, músculos e ligamentos.

Fonte da Juventude

Se você faz parte da turma que passou horas sob o sol para deixar a pele dourada durante o verão, agora é o momento certo para recuperar o prejuízo. É que a radiação ultravioleta é um dos vilões que acentuam a redução de colágeno no organismo, cuja perda natural começa antes dos 30 anos. Como não dá para trazer a juventude de volta, a saída é focar em processos que estimulam a produção dessa proteína.

Se você faz parte da turma que passou horas sob o sol para deixar a pele dourada durante o verão, agora é o momento certo para recuperar o prejuízo. É que a radiação ultravioleta é um dos vilões que acentuam a redução de colágeno no organismo, cuja perda natural começa antes dos 30 anos. Como não dá para trazer a juventude de volta, a saída é focar em processos que estimulam a produção dessa proteína.

Fonte da Juventude

Os tratamentos passam pelo laser e radiofrequência, mas também pela ingestão diária de peptídeo de colágeno. Pense em sucos (com água) ou shakes (com leite) turbinados por um complexo antiaging. “É também uma fórmula antirradical livre. Poluição, estresse, alimentação inadequada, medicamentos, doenças e o próprio envelhecimento geram radicais livres. Ao combatê-los, pode-se dizer que você trabalha no processo de melhora do envelhecimento”, diz a dermatologista Maria Helena Sandoval.

Encontrado em formato de pó acondicionado em sachês com uma dose, o suplemento fornece matéria-prima para as células produzirem boa parte do colágeno necessário ao organismo. A ingestão diária recomendada é de, aproximadamente, 1 grama por quilo de peso corporal.

Um médico poderá prescrever a quantidade exata para o seu caso – geralmente, a dose fica entre 10 e 30 gramas por dia, ingerida principalmente à noite, antes de dormir. No entanto, é importante continuar abastecendo o corpo com o colágeno presente na alimentação. As principais fontes são de origem animal (carne vermelha, frango e peixe), mas, para que o colágeno seja sintetizado pelo organismo, é preciso manter uma dieta rica em vitaminas C e E, selênio, silício e zinco. Veganos e vegetarianos devem adotar um cardápio antioxidante – açaí, goji berry, chá verde, frutas vermelhas e castanhas, por exemplo -, além de reduzir açúcares e alimentos industrializados.

À medida que vamos envelhecendo, a perda de colágeno se torna mais intensa. Aos 50 anos, o corpo produz cerca de um terça da sua necessidade diária. Resultado: os cabelos ficam finos e sem viço, e a pele perde elasticidade e água, culminando em flacidez e ganho de gordura localizada. Internamente, as articulações e os ligamentos também sofrem com a diminuição de elasticidade e força porque a cartilagem que os envolve se torna porosa e frágil.

A musculatura é outra parte do corpo afetada pela perda de colágeno. “Isso é acentuado principalmente depois da menopausa”, explica a especialista. Segundo ela, vem daí a necessidade de incluir práticas esportivas na rotina. “Durante o treino, o músculo “raspa” sobre o osso, liberando vitamina B, que vai sustentar futuramente o esqueleto. Quem não faz exercício físico provavelmente terá uma velhice muito dolorida.” É por causa dessa abrangência que os peptídeos de colágeno têm sido apontados como promissores e prescritos inclusive por ginecologistas e ortopedistas.

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